sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Parque das Árvores luta por capela








Comunidade já se mobiliza para conseguir um terreno maior onde possa se reunir e rezar junto
Seguido o exemplo dos moradores do BNH, que já construíram a igreja de São José, padroeiro do bairro, agora é a vez da comunidade do Parque das Árvores se mobilizar nesse sentido. A população católica daquele bairro começa a luta para conseguir um terreno maior onde possa construir um local para se reunir e rezar. Um grupo, formado entre outras pessoas, por seu João e Alice, Nilza e Genulina, Irani, Pezinha, Lita e Rose, além de Iara e Maronita, já está em campo para mobilizar os moradores em torno dessa ideia. Como orientadora espiritual a irmã Arminda faz um trabalho belíssimo de fé e engajamento.
A padroeira do Parque das Árvores, Nossa Senhora Aparecida, foi motivo de orações e festa durante o Tríduo realizado nos dias 10, 11 e 12, na casa de dona Nilza Pereira. Dezenas de pessoas participaram das celebrações, iniciadas pela missa celebrada – dia 10 - pelo frei Moisés. Houve cultos e procissão, que percorreu várias ruas do bairro, além de tarde festiva com as crianças que comemoraram o dia a elas dedicado.
O destaque dos festejos, sem dúvida, foram as três noites de leilão, que proporcionaram momentos de alegria e diversão a todos que participaram, além de promoverem uma boa renda que será destinada para a construção da capela. Veja nas fotos um pouco da movimentação do Parque das Árvores nas comemorações da padroeira, Nossa Senhora Aparecida.






À beira mar na Clave de Sol








A barraca de Rosa Bahiana em Stella Maris, ponto de encontro dos brotenses
Um dos lugares mais belos de Salvador, a praia de Stella Maris, era um dos pontos mais frequentados pelos brotenses que residem na capital ou que ali iam passear. Pilotada pela incansável Rosa Bahiana, a barraca Clave de Sol reuniu amigos e conterrâneos em encontro certo, principalmente aos domingos. Rosa é uma mulher batalhadora, que se destaca também na música, grande cantora, tendo gravado discos e realizados shows em diversos pontos do país.
A barraca Clave de Sol tem muita história para contar. Ali muitos casais se conheceram, nasceram grandes amores. Um local que, com toda certeza, está na memória de quantos tiveram o privilégio de um banho de mar num dos cartões postais mais belos da capital baiana.
Outro local de encontro da galera brotense em Salvador foi sem dúvida o antigo Bar de Bibiu, no Parque Júlio César, veja algumas imagens.


Mais fotos da galera brotense na barraca Clave de Sol; desta vez registros feitos por Carlos Humberto e Ivani.






Mais lembranças da Clave de Sol

Do album da incansável Rosa Bahia, mais fotos da barraca Clave de Sol, que marcou época na praia de Stela Maris como ponte de convergência dos brotenses. Os registros mostram o local depois do incêndio, mas sem a reconstrução original, impedida pela Prefeitura e Ibama. Nelas podemos ver, além de Rosa, figuras como Isa, Pires e turma de Jandira; Oséas Ex-jogador do Palmeiras; Edeildo, Irmão de Rosa no Churrasco; seu João cunhado com o marido de Claudinha e amigo, além daquele belíssimo peixe e da suculenta moqueca. Que vontade que deu e que saudade que dá.







Recordar bons momentos é viver







Caravanas do Divino agitavam os brotenses de Salvador, Camaçari e Feira
Durante muitos anos a galera brotense que mora em Salvador, Camaçari e Feira de Santana, principalmente, se unia nas famosas Caravanas do Divino. Com um ônibus cheio de sonho e saudades, a viagem de encontro a Brotas para a Festa do Espírito Santo era das mais animadas. Lembro da primeira delas e de muitas outras, organizadas por mim, Venilton e Rosana e também por Nalva, Pires e a turma de seu Doca. São momentos especiais que jamais serão esquecidos. O embarque em frente ao Iguatemi, as paradas, principalmente no entroncamento, onde Jurandi Martins (meu tio) nos esperava, sanfona em punho, e do aprontamento final na torre de TV, quando enfeitávamos o ônibus, enchíamos balões vermelhos e soltávamos foguetes – preparativos para a entrada triunfal que atraia a população quase toda numa recepção festiva inesquecível. Reveja em algumas fotos o que foram as Caravanas do Divino e que precisam ser reativadas... É só uma mostra. Aquardem que tem mais!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Sonho da Quinzena Cultural está de volta





A verdadeira história de um evento inesquecível para a juventude de Brotas de Macaúbas

Vem aí a IV Quinzena Cultural Brotense, marcada para o início de 2012. O evento pretende revitalizar a cultura, as artes e o esporte em Brotas de Macaúbas, mais uma vez mostrando a força da juventude, através de manifestações artístico-culturais, esportivas e de lazer. Lembro-me do nascimento dessa ideia, lá para os idos de 1989, em plena ressaca da campanha eleitoral e do sonho do Lula-lá desfeito pelo impostor Color de Melo. Estávamos em Salvador, eu e a professora Lícia Martins quando surgiu a ideia da Quinzena Cultural que mobilizasse os jovens brotenses. Aqui em Brotas o projeto incorporou os jovens Venilton Farias, Dadá Ferro e Alice Ribeiro, formando com os citados acima a equipe organizadora.
Durante 16 dias, nossa cidade foi transformada na capital cultural da Chapada Diamantina, com o desenvolvimento de diversas atividades, tais como apresentações folclóricas, teatro, música, dança, exposições de artes, artesanato e fotografias. Um campeonato municipal de futebol abraçou os desportistas, também contemplados com provas de atletismo e a Maratona da Integração. A Festa dos Reis Magos não foi esquecida e, com a ajuda de gente do gabarito do saudoso Antônio de Rita, saiu às ruas uma réplica do Reis de Lalu, encantando a todos os brotenses, culminando com a coleta de donativos, entregues como presente à última remanescente viva do reisado, Dona Catariana.


A Quinzena Cultural voltou a ser reeditada outras duas vezes, mas sem contar com o apoio ou patrocínio público e do comércio. Na última edição, por exemplo, o secretário estadual da Educação – primeiro do governo Paulo Souto – prometeu patrocinar, o que acabou não acontecendo. Além do prejuízo financeiro, pois arcamos a realização da Quinzena com recursos próprios, não foi possível cumprir parte da premiação, para desencanto dos jovens participantes. Outro fato destoante foi o abandono dos mais de 16 mil livros arrecadados para a formação de uma Biblioteca Pública Municipal.
Quando olhamos a Biblioteca Milton Santos vemos ali a realização de um sonho da Quinzena Cultural Brotense. Os milhares de livros que os jovens arrecadaram, como tarefa da Grande Gincana da Integração, foram entregues a dirigentes escolares que os abandonaram. Acabaram comidos por traças e cupins no Galpão da Prefeitura





Mesmo assim conseguimos distribuir milhares de brindes aos participantes da Quinzena Cultural, doar jogos de camisas para todos os times de futebol, além da distribuição de troféus e medalhas a todos os vencedores e destaques. Apesar de alguns percalços consideramos um sucesso a realização das três edições do evento que, com toda certeza, voltará a reunir a juventude e toda sociedade brotense.